

CAMAS SEPARADAS, VIDAS DISTANTES Olho para onde estamos hoje e mal consigo nos reconhecer. Dormimos em camas separadas, mas o verdadeiro abismo está no silêncio que nos afasta a cada dia. O beijo, o abraço e a intimidade — que antes eram prazer — agora não passam de uma lembrança saudosa de um tempo longe. Onde foi que nos perdemos? É terrível encarar isso, mas o amor cedeu espaço para a amargura e o ressentimento. A simbiose que tínhamos desapareceu. Hoje, o desrespeito fala mais alto do que qualquer afeto, e a convivência virou um fardo. Vejo em você uma insatisfação constante, como se nada nunca bastasse para te fazer feliz. Te convido a olhar à sua volta. A vida te ofereceu tantas bênçãos. Já parou para agradecer? A falta de gratidão cega para o que temos de bom. Não sei o que nos espera, mas sei que não dá para continuar ignorando esse vazio entre nós. Ao mesmo tempo, todos ao seu lado clamam para que busques ajuda, para ti mesmo. Procure descobrir de onde vem essa amargura, pois desde sempre parece que nunca foi feliz. Ausência de pai ou mãe? Difícil discernir. Somente você, com ajuda, poderá obter respostas. Mendes Neto
Enviado por Mendes Neto em 12/08/2026
Copyright © 2026. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|